Salvador Puig Antich


puigantichWhat a ‘putada’ of an incredible true story.
Poetically conveyed by director Manuel Huerga, mostly in Catalan (when the Spanish authorities aren’t listening), moving to tears and enraging to the bone.
It is the true story of Salvador Puig Antich, a student, assassinated by the Franco regime shortly before the end of the Spanish dictatorship.
A story of anti-fascist struggle and of ideals well set apart from those of the ‘democratic opposition’s high commission’, as one character refers to an anti-franco group arrested during a meeting in a local church. A group, that one of the prison cops’ prophetically calls his probable future employers – ‘better treat them well just in case’.
Prophetic yes, as indeed they came to power, are still there and can often be encountered today, cocktail in hand, in the many social events sponsored by the so called liberal european unionists and the like. Or is it neo-liberal? Can’t really tell the difference.
The film unfolds like a drum beating gradually louder and louder, it first engages, then agonises, and finally induces a transe state, as credits scroll up the screen and the director brings Salvador’s struggle for freedom to the context of the 30 years that followed his death. The fight for freedom remains important today, and thus, as Aquiles, Salvador Puig Antich has been immortalised by this amazing film.
A must see. If not the best movie I’ve ever seen, certainly the best in the last few years. For the art, the acting, the content and especially the well deserved tribute to a very authentic human being.
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Que ‘putada’ de história incrível.
Poeticamente concebido pelo diretor Manuel Huerga, quase sempre em Catalão (quando as autoridades espanholas não estão presentes), emocionante até às lágrimas e revoltante até aos ossos.
É a verdadeira história de Salvador Puig Antich, um estudante, assassinado pelo regime de Franco, pouco antes do fim da ditadura espanhola.
Uma história de luta anti-fascista e de ideais bem distintos dos da ‘alta comissão pela oposição democrática’, como um dos personagens se refere a um grupo anti-franco preso durante uma reunião numa igreja local. Um grupo a quem um dos policias da prisão proféticamente se refere como seus prováveis futuros empregadores – ‘é melhor tratá-los bem por se acaso’.
Profético sim, pois realmente eles subiriam ao poder, e ainda lá estão, podendo ser frequentemente encontrados com um cocktail na mão nos muitos eventos sociais organizados pelos chamados europeístas liberais e companhia. Ou será neo-liberais? Não entendo muito bem a diferença.
O filme desenrola-se como um tambor rufando cada vez mais alto, primeiro envolvendo-nos, depois agonizando-nos, e finalmente conduzindo ao transe à medida que os créditos finais põem a luta de Salvador no contexto dos 30 anos que passaram desde a sua morte. A luta pela liberdade continua relevante até hoje, e assim, como Aquiles, Salvador Puig Antich foi imortalizado por este extraordinário filme.
A não perder. Se este não é o melhor filme que já vi, pelo menos é certamente o melhor dos últimos anos. Pela arte, pela representação, pelo conteúdo e particularmente pelo tributo merecido prestado a um ser humano muito autêntico.

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