My Earth Chronicles part I – Our Gods the Planets / As minhas Crónicas Terrestres parte I – Nossos Deuses os Planetas


I finally read Zecharia Sitchin’s 12th Planet. Very interesting…
As far as mainstream science is concerned there are now 8 planets orbiting the Sun. Up until a couple of decades ago there were 9 counting Pluto which has been downgraded. If we count, like the ancients, we count the Sun and the Moon as planets, there would be 11. And according to the Sumerians, whose amazing civilization ruled present day Iraq about 3600 years ago there was actually a 12th planet. In fact scientists have been looking for a planet beyond Pluto. The reason why this distant body is no longer considered a ‘planet’ is because it is considered to small to exercise the gravitational force detected on Neptune. Therefore there must be a larger planetary body beyond it. Turns out that according to the Sumerians such planet does exist and its name is Nibiru. It has an elliptical orbit and comes by for a quick visit every 3600 earth years.
A long, long, long time ago, in one such drop-in, its moons collided with a huge watery planet that used to exist between Mars and Jupiter. Broken remains, continued to circle the orbit between Mars and Jupiter and have become the asteroid belt that separates the inner planets from the outer planets in our solar system. But a full half of the watery planet and one of its moons were repositioned into our current orbit becoming our Earth and our Moon. Earth continued to be covered with water on one side, while its other half exposed the inner crust that was to evolve into one continent: Pangea. Many million more years would pass until this one continent began to break apart to form our current continents.
We human retain that history at the deepest levels of our psyche. Our ancient myths tell of a Mother Goddess, from whose watery womb we came to be. Queen of Heavens, consort to the Sun, she was the mother of all other gods – the planets. Until one day an intruder came into her kingdom, battled and defeated the matriarchy she represented and pushed her into a submissive new position. Her faithful Moon continues to guard it, scanning the sky for any threats and never turning its watchful dark side from it. And in memory of our mother’s billion-year saga, we women bleed for the years we can give life, at every round completed by our guardian Moon.

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Li finalmente o 12o Planeta de Zecharia Sitchin. Interessantíssimo…
No que diz respeito a ciência moderna existem 8 planetas à volta do Sol. Até há um par de décadas havia 9 contando com Plutão que foi entretanto despromovido. Se contarmos, como os antigos, com o Sol e a Lua, deveria haver 11. E de acordo com os Sumérios, cuja avançada civilização governava o atual Iraque à 3600 anos atrás, haveria ainda um 12º planeta. De fato, os cientistas acredtam na existência de tal corpo celeste. A razão porque Plutão perdeu o seu posto de ‘planeta’ é porque foi considerado demasiado pequeno para exercer força gravitacional verificada em Neptuno. Assim, deve existir um planeta bem maior para além de Plutão. E de acordo com os Sumérios há. Chama-se Nibiru, tem um órbita eliptica e passa por aqui de 3600 em 3600 anos.
Há muito, muito, muito tempo, numa dessas passagens, as luas e Nibiru colidiram com um planeta gigante coberto de água que existia entre Marte e Jupiter. Seus restos continuaram orbitando nessa posição tornando-se o cinturão de asteróides que separa os planetas interiores dos planetas exteriores do sistema solar. No entanto uma metade completa do planeta de água destruído e uma de suas luas, foram lançados para uma nova órbita entre Vénus e Marte, tornando-se assim na nossa Terra e na nossa Lua. A Terra continuou coberta principalmente por água mas expunha agora em um de seus lados a crosta do velho planeta. E essa crosta se tornaria no continente Pangea. Muitos mais milhões de anos passaram até que este solitário continente se começasse a quebrar dando lugar ás atuais massas continentais.
Nós humanos lembramos esta história nos mais profundos cantos da nossa psique. Os nossos antigos mitos lembram a Deusa-Mãe, cujas águas do ventre possibilitou a nossa existência. Rainha dos Céus, consorte do Deus Sol, ela era a mãe de todos os deuses- os planetas. Até que um dia um intruso entrou no seu reino, derrotou e subjugou a harmonia matriarcal que ela representava no universo. Mas a sua Lua, fiel, continua hoje a guardá-la, procurando as ameaças que vêm do céu e nunca voltando a este o seu lado negro. E em memória da nossa mãe e da saga de bilhões de anos pela qual ela passou, nós mulheres sangramos pelos anos que podemos dar vida, a cada volta completada pela lua nossa guardiã.

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