The wall / O muro


Yesterday, as I was copying all my old cd’s to my computer, including the Pink Floyd masterpiece The Wall, I also listened to the band’s former vocals, Roger Waters, being intervied on democracynow.org. (http://www.democracynow.org/2009/12/30/roger_waters).

In it Waters defends that the Gaza Freedom March be allowed by the Egyptian government to enter Gaza. Protesters have been stationed in Cairo, waiting for permission to bring Palestinians humanitarian aid, one year after another tragic Israeli offensive against the people of Gaza. 

The Wall remains one of the greatest tunes ever. Who can forget those children marching towards the sausage machine, being formated to become ‘another brick in the wall’? In Gaza, the wall is more real and higher than ever and it is enforced to contain voices of resistance who refuse to be bricks in the wall.

On the left, a mural painting coloring the wall that segregates Palestinians in their own homeland. Below, 30 years later, a reminder of Pink Floyd’s classic. May the Freedmon March break down the wall. Happy 2010.

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Ontem, enquanto copiava os meus velhos CDs para o computador, incluindo a obra prima The Wall dos Pink Floyd, escutei também uma entrevista com Roger Waters, antigo vocalista da banda, em democracynow.org. (http://www.democracynow.org/2009/12/30/roger_waters).

Waters defendia o direito da Marcha pela Liberdade em Gaza ser autorizada pelo governo egípcio a entrar naquele território. Ativistas encontram-se estacionados no Cairo esperando permissão para levar ajuda humanitária à Palestina, um ano depois de mais uma muito trágica ofensiva de Israel ao povo de Gaza.

The Wall continua a ser uma das grandes músicas de sempre. Quem poderá esquecer aquelas crianças marchando em direção à máquina de salsichas, sendo formatas para ser ‘mais um tijolo no muro’? Em Gaza, o muro, mais real e mais alto que nunca, é imposto para conter as vozes da resistência que recusam ser mais um tijolo.

Acima, uma pintura mural colorindo o muro que segrega os Palestinos na sua própria terra. Abaixo, 30 anos depois, recordo o clássico dos Pink Floyd. Que a marcha pela liberdade deite abaixo aquele muro. Feliz 2010. 

 

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