I only use pure bud / Só uso camarões puros


 

I didn’t say that. The old lady from the hilarious documentary Stoned in Suburbia did. A real trip to the British high bourgeousie that enjoys smoking green. As we learnt from American Beauty, how else to cope with middle class suburbia? Therefore, phds, engineers and old ladies said yes to smoking one on camera and among many, many great laughs, remembered the old times, the hippies and how it all started. Or, how they think it started.

Cannabis is a plant known to humans for thousands of years. The hippies didn’t discover it, they inherited it from a long line of potheads, our ancestors. And it was not until 1937 that it became illegal for the first time, decades after it got a bad name in, guess where, the USA. Why? Because farm workers from Mexico, used as cheap labor in the American southwest – a region that ironically once belonged to Mexico – had the habit of smoking one after a long hard working day. A story well told in yet another great documentary about pot called simply: Grass.

The masters never liked watching their slaves having any fun. Drumming scared the hell out of them. Slaves’ dances, their chants, their herbs, their color, it all became associated with savagery, primitivism, the opposite of the master’s self-perceived civilized cultures. Perceptions that would built up the ‘enlightened’ western mentality, after the herbs of European witches had all been burnt, and the white men concluded his ‘superiority’ was a scientific/god given right to rule the world. Scientific racism helped built the racial hierarchy that left blacks and latinos, and their cultures, under segregation laws only torn down with the many civil disobedience actions that characterized the civil rights movements from the 1950’s on. And as the United States demonized other cultures’ herbs, other stupid countries who love to bash the U.S. but then do as they say, copied the world police by outlawing … plants, fungae and other natural living beings.

And yet strangely they don’t outlaw the real dangerous drugs like sleeping pills and big macs responsible for obesity, heart disease and the numerous health problems encountered by filmmaker Morgan Spurlock in his eat only macdonalds for a month odyssey, documented in Super Size Me. Problems that were not encountered by comedian Doug Benson in the documentary Super High Me where 30 days of abstinence were followed by 30 days of constant stoning activities. The main difference from one month to another? A slight munchied weight increase and a lot more fun.

Watch full version at: http://topdocumentaryfilms.com/super-high-me/

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Não fui eu que disse. Foi a idosa do hilariante documentário Stoned in Suburbia (ver primeiro video acima). Uma verdadeira viagem ao mundo da alta burguesia britânica, que aprecia uma verdinha. Como nos ensinou Beleza Americana, que outra maneira para aguentar um suburbio classe media? Assim, doutores, engenheiros e velhinhas aceitam fumar um para a câmara e entre muitos, muitos risos, recordam os velhos tempos, os hippies e como tudo começou. Ou como eles acham que começou.

Cannabis é uma planta conhecida dos humanos milênios atrás. Não foram os hippies que a descobriram, mas antes a herdaram de uma linhagem longa de ancestrais maconheiros. Apenas em 1937 se tornou ilegal, décadas depois de ter ganho má reputação nos – já adivinharam – Estados Unidos da América. Porquê? Porque agricultores mexicanos, mão de obra barata no sudeste americano – território que ironicamente outrora pertencera ao México -, tinham por hábito fumar um depois de um longo e cansativo dia de trabalho. Uma história bem contada noutro documentário chamado simplesmente: Grass (Erva). (ver segundo video acima).

Os senhores nunca gostaram de ver os escravos se divertirem. O batuque assustava-os. As danças dos escravos, seus cantares, suas ervas e a cor da sua pele, tudo se tornou associado a selvajaria, primitivismo, o oposto da cultura dos senhores de escravos, auto-imaginada como civilizada. Tais percepções construíram a mentalidade ocidental iluminista, depois das ervas das bruxas europeias terem sido queimadas nas fogueiras, e dos homens brancos concluírem que a sua ‘superioridade’ lhe concedia um direito biológico/divino para governar o mundo. O racismo cientifico construiu a hierarquia das raças, deixando negros, latinos, e suas culturas, debaixo de leis segregacionistas que viriam a ser derrubadas pelas muitas ações de desobediência civil que caracterizaram os movimentos pelos direitos civis a partir da década de 1950. Enquanto os Estados Unidos declaravam guerra ás ervas de outras culturas, vários outros igualmente estúpidos países, que adoram dizer mal dos states, mas que sempre os imitam, copiaram a policia mundial proibindo o consumo de ervas, fungos e outros serzinhos naturais.

Mas por mais estranho que pareça não proibiram as drogas realmente perigosas como pastilhas para dormir e big macs responsáveis por obesidade, doenças de coração e outros problemas de saúde como os encontrados pelo diretor Morgan Spurlock na sua odisséia mensal de só comer macdonalds, documentada no filme Super Size Me. Problemas esses, não encontrados pelo comediante Doug Benson no seu documentário Super High Me onde 30 dias de abstinência foram seguidos de 30 dias de constantes quebra-um. A principal diferença de um mês para outro? Uma ligeira subida de peso laricado, e uma muita melhor disposição. 

Vejam online: http://topdocumentaryfilms.com/super-high-me/

  

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