The “F” word / A palavra “F”


It’s not that “F” word. It’s “F” for Feminism, that controversial word that men laugh off as if we have all lived happy ever after the 1960’s. And it’s “F” for feminism … as reinvented by the Guerrilla Girls.

When I learnt that the New York strictly female colective was making an appearance tonight in São Paulo, I couldn’t hold a “F” for fucking cool! I looked online for an all time favorite – The Guerrilla Girls’ Bedside Companion to the History of Western Art, a book full of the colectives’ “re-works” of art. Images of famous male authored pieces that can be viewed in museums around the world, mixed with the Girls’ revolt and dark humour, to comment on the politics of the male dominated art world.

The female artivism of the Guerrilla Girls dates back to 1985, when anonymous artists, Kathe Kollwitz and Frida Kahlo, put on the gorilla mask and formed a guerrilla to avenge women in the arts. For the 25 years that followed, over one hundred women collaborated with the collective signature of the Guerrilla Girls, producing visual work and participating in group actions. Following the portuguese translation, a selection of some of the works by the Guerrilla Girls, a trip down memory lane as my tribute to a quarter century of artivist struggle in the defense of the “F” word. You go girls. “F” them good!

Não é essa palavra “F” que vocês pensam. É “F” de Feminismo, aquele palavrão controverso que os homens zoam como se tivessemos vivido felizes para sempre depois dos anos 60. E é também “F” de feminismo, tal como foi reinventado pelas Guerrilla Girls.

Quando soube que o coletivo estritamente feminino de Nova Iorque ia passar hoje pelo SESC Pinheiros em São Paulo, não hesitei em soltar um “F” de fodaço! Procurei online uma favorita de sempre – The Guerrilla Girls’ Bedside Companion to the History of Western Art (Livro de Bolso da História da Arte Ocidental das Guerrilla Girls), um livro cheio de trabalhos artisticos “reciclados” pelo coletivo. Imagens autoradas por homens famosos que podem ser vistas em museus pelo mundo fora, misturadas com a revolta e o humor negro das Guerrilla Girls, em comentários sobre a politica de um mundo onde o homem domina a arte.

O artivismo feminista das Guerrilla Girls data de 1985, quando as artistas anónimas, Kathe Kollwitz e Frida Kahlo, colocaram uma máscara de gorila e formaram uma guerrilha para vingar as mulheres artistas. Durante os 25 anos que se seguiram, mais de 100 mulheres colaboraram com a assinatura coletiva das Guerrilla Girls, produzindo trabalhos visuais e participando em ações de grupo. Segue uma seleção de trabalhos das Guerrilla Girls, uma viagem pela memória deste coletivo, em jeito de tributo a um quarto de século de luta artivista pela defesa da palavra “F”.

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